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Portugal: Convento de Mafra



O monumento mais importante do reinado de D. João V, que tanto influenciou a arquitectura portuguesa subsequente, inscreve-se numa lógica complexa, assente sobre princípios que pretendiam legitimar a autoridade do monarca a nível interno e externo. Na realidade, esta duplicidade de políticas esteve sempre presente nas opções do Magnânimo, condicionada pelas escolhas de D. Pedro II, mas plenamente assumida e defendida no decorrer do seu reinado. Se a imposição do seu poder no interior do país era importante, a denominada política romana visava impor Portugal no mapa europeu ao nível das mais importantes nações, como eram França e Espanha1. A Mafra, “simbólica e imensurável, caber-lhe-ia fornecer a ilustração visual e retórica de um poder absoluto, que alcançara fundir no seu corpo gigantesco a totalidade das referências que polarizam a lealdade da Nação”1.

As fontes nacionais parecem concordar em relação ao voto sucessório feito por D. João V, em consequência do qual o monarca autorizou, em 1711, a edificação de um convento franciscano em Mafra. Todavia, nos anos que medeiam entre 1711 e 1717, data do lançamento da primeira pedra, ocorreu uma primeira alteração de planos, e os alicerces abertos em 1716 tinham já em vista um convento de 80 monges e não de 13, como estava originalmente previsto.

Os trabalhos desta fase prolongar-se-iam até aos primeiros anos da década de 1720 (1721-1722), quando D. João V reformulou por completo a sua ideia para Mafra, ampliando o convento de forma a poder receber 300 monges. A esta modificação de planos não deverá ser estranho o ainda mal esclarecido abandono do projecto da Patriarcal (em 1719), que o rei pretendia construir na capital, sob o risco do italiano Juvara. O facto da igreja estar já num estado bastante avançado implicou a sua manutenção, adaptando-se e ampliando-se o restante plano, ainda sob a responsabilidade de João Frederico Ludovice. As obras avançaram a um ritmo extraordinário e, de todos os pontos do reino chegaram trabalhadores, transformando Mafra num dos maiores estaleiros que o nosso país conheceu. Sagrada a igreja em 1730, o restante complexo ainda demoraria a ficar totalmente concluído, por aqui passando uma série de arquitectos e todo um conjunto de pintores, escultores, entalhadores, boa parte dos quais italianos, que imprimiram uma magnificência extraordinária aos interiores do palácio, de que destacamos a Basílica e a Biblioteca, esta última numa fase mais tardia.

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